domingo, 24 de maio de 2009


Neste vídeo encontamos algumas sugestões para desenvolver a leitura e a escrita dos alunos da Educação Infantil.


Vídeo do programa de formação Profa, do Ministério da Educação, editado pela REVISTA NOVA ESCOLA, sobre como alfabetizar com o nome próprio.

Trabalhar com o nome dos alunos é muito importante, pois além de trabalhar a identidade de cada um, fornece uma imensa possibilidade de outras palavras com as letras dos nomes.
Em uma das atividades um aluno utiliza algumas das letras conhecidas para escrever, e sempre encantra-se as letras do seu nome.


sábado, 23 de maio de 2009


Vídeo mostra como fazer um diagnóstico de hipóteses de escrita na alfabetização inicial, desde o ditado, passando pela triagem e entrevista individual até a análise da escrita.
É muito interessante. Vale apena assistir!!!!!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Oralidade e Escrita


Nestas duas últimas aulas, trabalhamos com o texto Oralidade e Escrita: perspectiva para o ensino da língua materna.Este texto fala sobre a atividade conversacionalNão sabia que conversar dava tanto trabalho assim.
KKKKKKKK
Aqui está um pequeno resumo do texto trabalhado.
Se não entenderem, deixem suas dúvidas no comentário que prometo tentar saná-las.
bjs.

FALA E ESCRITA

• Apesar dos inúmeros estudos sobre fala e escrita, estes temas ainda são muito desconhecidos por parte dos pesquisadores. Ainda há muito o que se estudar sobre eles.
• A questão não é falar certo ou errado e sim saber que forma de fala utilizar, considerando as características do contexto de comunicação, ou seja, saber adequar o registro às diferentes situações comunicativas
• A língua falada foi considerada durante muito tempo, até meados da década de 60, como o lugar do “CAOS”.
• Entretanto, com o surgimento dos estudos do texto, o enfoque se deslocou para o processo deixando de fixar-se apenas no produto.


FATORES QUE COMPÕEM A CONVERSAÇÃO

• ASSUNTO à é um meio de estabelecimento e manutenção dos relacionamentos sociais;
• PAPÉIS à como participantes de situações sociais, somos requisitados a nos comportarmos de um modo particular em uma determinada situação e de modo diferente em outra;
• SITUAÇÃO à um encontro face a face. Os participantes precisam estar atentos às atividades verbais e não-verbais pois a situação em que se fala pode afetar a conversação;
• MODO DO DISCURSO à é determinado pelo propósito da interação e dele decorre um grau maior ou menor de formalidade;
• MEIO à corresponde ao canal de comunicação pelo qual a mensagem é transmitida oralmente.


NÍVEIS DE ESTRUTURAÇÃO DO TEXTO

• LOCAL à a conversação acontece através de turnos em que os interlocutores se alternam e desenvolvem suas falas um após o outro.
• GLOBAL à ocorre ao mesmo tempo que a organização local, a formulação textual necessita de cartas normas de organização, sobretudo no que diz respeito à condução do tópico discursivo

A elaboração de um texto escrito envolve um objetivo ou uma intenção do locutor.
O PARÁGRAFO é uma das medidas de construção do texto. É composto de um ou mais períodos e cada um deve relacionar-se a uma idéia importante.
Como existem diversidades de textos, temos também diversidades de parágrafos: narrativo, descritivo e a dissertativo.
Um parágrafo bem estruturado exige que apresente unidade, coerência, concisão e clareza
A COERENCIA é o princípio de interpretabilidade do texto, envolvendo fatores de ordem cognitiva, lingüística e interacional

Em uma conversa , constata-se a presença de quatro fatores básicos que são responsáveis pela sua organização. São eles:
Turno à é quando um interloctor está com a palavra. A conversação é uma sucessão de turnos;
Tópico à é o assunto sobre o qual está se falando; age como elemento estruturador da conversação;
Marcadores discursivos à servem para designar elementos verbais, não linguísticos e prosódicos que desempenham funções interacionais nas falas. Ex.: riso, olhar, claro, certo, viu?
Par adjacente à é um elemento básico da interação. Ocorre para organizar localmente a conversação.

domingo, 10 de maio de 2009

Atividades na alfabetização com diversos gêneros textuais



Esta nova postagem traz algumas atividades que podem ser desenvolvidas com a leitura de diversos gêneros textuais no início da alfabetização.

Atividade 1) O professor irá contar uma história para a turma e depois montar com os alunos a recontagem deste história, através da repetição (as crianças repetem e o professor vai orientando para ficar na ordem certa) ou através de uma dramatização, onde os alunos serão os personagens.
Com esta atividade estaremos desenvolvendo:
· Habilidades lingüísticas e cognitivas;
· Compreensão na leitura, e
· A interpretação
Atividade 2) Pedir aos alunos que tragam rótulos conhecidos por eles ou embalagens vazias de produtos. Cada aluno deverá apresentar o que trouxe. Depois o professor deve montar com as crianças um ou mais jogos da memória, dependendo do número de crianças e de material. Após ficar pronto, brincar com os alunos.
Habilidades desenvolvidas:
· Memorização
Atividade 3) Para esta atividade primeiro o professor deve cantar com as crianças uma música simples e de fácil memorização. Depois que os alunos estiverem bastante familiarizados com a música, trocar algumas letras, e cantá-la novamente.
Nesta atividade estaremos:
· Comparando o texto conhecido com o texto novo e a capacidade de percepção dos alunos.

Atividade 4) Jogo de rima. Nesta atividade o professor fala uma palavra e o aluno fala outra que rime com a falada. Pode também ser usado com música.
Habilidade desenvolvida:
· Perceber os tipos de diferentes sons através da rima
Atividade 5) Memorização de texto oralmente. Pequenas músicas, parlendas, versinhos de fácil memorização. Ler, cantar ou recitar com as crianças. Todos os dias, durante um período de tempo, fazer a releitura do texto. Escrever em tamanho grande e prender em algum lugar de fácil acesso das crianças. Depois, reescreva faltando algumas palavras, ou no lugar das palavras coloque o desenho e recite com os alunos, até que os pequenos o tenham decorado.
Ex.: O Sapo não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer
O _________ não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na ___________
Não lava o _____ porque não quer.
Nesta atividade podemos trabalhar a memorização e a leitura do texto no quadro ou no cartaz.
Atividade 6) O professor fala uma palavra e pede aos alunos para falarem outras que comecem com o som inicial da palavra falada, ou o som final, ou também que termimem com o som já falado.
Nsta atividade podemos trabalhar os sons de palavras conhecidas, a partir do som final, ou do inicial e identificar silabas iguais a partir dos sons.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

AVALIAÇÃO FORMATIVA


A avaliação formativa é a avaliação que dá aos alunos a possibilidade de se expressar e mostrar ao professor o que aprendeu com liberdade , respeitando o seu tempo.
Este professor tem então a posibilidade de registrar o crescimento deste aluno e de corrigir eventuais falhas.
Desta meneira o professor deixa de ser o transmissor do conhecimento e passa a ser o mediador.
Porém, este tipo de avaliação exige muito mais trabalho por parte do professor do que a avaliação tradicional, a somativa, por que este tem que conhecer o seu aluno e não apenas chamá-lo por um número.
O excessivo número de alunos, a falta de tempo, trabalhar em diversas escolas, a exigencia por resultados numéricos: essas são algumas das desculpas dadas pelos professores e equipe pedagógica para não utilizarem este tipo de avaliação. Mas, mesmo com todos esses problemas, ainda assim, dá para se fazer uma avaliação que não tenha o objetivo de rotular, classificar ou medir o aluno.

Professores, nossos alunos precisam de alguém que acredite neles, que elevem sua alto-estima e não de alguém que o classifique como incompetente, repetente, etc.

domingo, 3 de maio de 2009

Diferença entre Gêneros Textuais e Tipologia Textual


Gêneros Textuais - ou gêneros discursivos são textos encontrados em nosso cotidiano. São modelos adaptados à diversas situações comunicativas, interações, refere-se aos textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Os gêneros podem ser: carta comercial, carta pessoal, sermão, lista de compras, e-mail, artigo de opinião, artigo de divulgação científica, notícia de jornal, horóscopo, receita culinária, outdoor, resenha, charge, cartum, edital de concurso, piada, conto de fadas, conversação espontânea, bate-papo por computador, e-mail, etc.
Tipologia textual - designa uma espécie de construção teórica definida pela natureza lingüística de sua composição (léxico, sintaxe, tempos verbais, etc.) e, em geral, abrange algumas poucas classificações (narração, argumentação, exposição, descrição, injunção) com certos traços linguísticos predominantes.


É muito comum confundir gêneros textuais com tipologia textual. Quando o professor Ivam fez a pergunta em sala, houve um silêncio total. Ouviamos falar do dois mas nunca, pelo menos eu, havia parado para diferenciá-los.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), apontam os gêneros como objeto de ensino e os textos como unidade de ensino.

sábado, 2 de maio de 2009

Carta de Apresentação


Rio de Janeiro, 02 de maio de 2009

Queridos Amigos

Estou lhes escrevendo esta carta para me apresentar a voces. Isso mesmo, esta é uma carta de apresentação.
Comecei a me apresentar na minha primeira postagem. E agora vou tentar concluir.
Não gosto muito de falar de mim. Por isso esta está sendo uma tarefa muito difícil, e por isso demorou tanto para sair.
Como já disse sou professora da Rede Estadual do primeiro segmento do esnino fundamental, trabalho atualmente em uma escola de ensino médio.
Faço pedagogia na FEBF. Quando prestei o vestibular minha intenção era a área de gestão, mas a habilitação do curso era licenciatura das séries iniciais. Pensei em desistir e até tentei mudar para o curso de geografia, mas com a mudança do currículo e depois de ter sido aprovada no concurso que houve em 2008 para professor das disciplinas pedagógicas, decidi permanecer no curso.
No início do curso, tinha plena certeza de que não queria voltar a dar aulas para o primeiro segmento do ensino fundamental. Agora estou um pouco confusa, as vezes dá vontade de voltar, as vezes não.
Espero que até o final do curso tenha me decidido.

Um grande abraço a todos.
Luciene
 
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